terça-feira, 24 de julho de 2012

O Setor Florestal do MDR Maio está preparando para mandar fixar 9800 plantas.

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De acordo com a engenheira Teresa, o sector florestal vai mandar fixar este ano 9800 plantas em três zonas da ilha do Maio, sendo 3000 plantas para zona do Morrinho, 3000 para a zona de Cascabulho, 3000 para zona de Calheta e os restantes 800 plantas para serem distribuidas aos agricultores nas suas propriedades.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Projecto-piloto da Hidroponia lançado na Cidade da Praia.



O Ministério do Desenvolvimento Rural, em parceria com a FAO apresentou hoje, na Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde, o projecto-piloto da hidroponia em Cabo Verde.

No âmbito do projecto TCP/CVI/3304 “Mise en oeuvre des Installations Hydroponiques Pilotes au Cap-Vert”, financiado pela FAO, a Ministra Eva Ortet presidiu, esta manhã 20 de Julho, a abertura do Atelier de lançamento do projecto-piloto da hidroponia em Cabo Verde.

O objectivo é a congregação das diferentes iniciativas já existentes no país e dar um novo impulso as parcerias público/privadas nas actividades de desenvolvimento rural. Serão, no total, 16 unidades hidropónicas em várias ilhas e os beneficiados serão seleccionados mediante um concurso público.

É também segundo o coordenador do projecto, Eng.º Celestino Tavares, uma resposta a todos os que querem abraçar esta técnica da agricultura muito eficaz e prático.

Neste momento os maiores desafios são a capacitação de técnicos a nível das 12 Delegações do Ministério, para poder dar respostas as solicitações e dar seguimento/apoio, no terreno, aos beneficiados. Mais um dos desafios é preparar uma lista recomendada de variedades adaptáveis a cultivos hidropónicos.

O programa de capacitação já está pronto e na próxima segunda-feira começam as secções de formações, ministradas por 2 consultores nacionais.

Para o representante da FAO em Cabo Verde, este projecto é realização de um propósito de longa data pois, desde que chegou a Cabo Verde em 2009 esquematizou a implementação da hidroponia no país, com o argumento de que Cabo Verde precisa acompanhar as novas tecnologias, seja na poupança da água, das energias mas também no sector agrícola, pois o sector rural é um sector produtivo. Acredita que esta é uma oportunidade onde há possibilidades de implantar parcerias públicas e privadas.

Já a Ministra do Desenvolvimento Rural espera que a ADEI – Agência para o Desenvolvimento Empresarial e Inovações assuma o seu papel de gestor e alavancar o agronegócio no país.




quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mercado Internacional de Cereais e Acúcar.




Segundo dados da Agencia Nacional de Segurança Alimentar, o preço de exportação de alguns alimentos de primeira necessidade mantiveram estáveis enquanto outros sofreram aumento e diminuição. No caso do milho e do trigo esses baixaram no mês de Junho. Condições climatéricas desfavoráveis são apontadas como as principais causas para o aumento do preço de exportação de alguns produtos como é o caso dos Cereais e oleaginosas que sofreram aumento face ao mês de Maio.

No mês de Junho, o que se pode constatar quanto aos preços dos alimentos de primeira necessidade, é que os preços de exportação do milho e do trigo estiveram em declínio em relação ao mês de Maio, com redução de 2.6% e 0.2%.

O preço do arroz permanece praticamente inalterado. Preços de exportação do açúcar foram mais firmes em Junho, registando um aumento de 4.1% relativamente ao mês anterior.

O preço dos Cereais e Oleaginosas sofreu um aumento de cerca de 11% e de 14% tendo como causa principal o impasse das condições climáticas desfavoráveis às culturas do Hemisfério Norte.

Quanto ao trigo, a situação económica mundial conseguiu suportar o mercado global o que impulsionou a queda de preços em iniciais do mês de Junho mas as preocupações com as safras posteriores pressionaram o preço, revertendo em parte as perdas iniciais.

No que toca ao preço do milho, apesar dos sucessivos aumentos provocados pela preocupação com as perspectivas para a safra do milho nos Estados Unidos, os preços médios mantiveram a tendência de baixa.

Constatou-se ainda que, os preços médios de exportação do arroz em Junho foram relativamente estáveis, com o aumento de preços do arroz da Tailândia e dos Estados Unidos compensados pela redução de preços do arroz do Vietname.

A preocupação com a disponibilidade global apertada a curto prazo, devido as condições climatéricas adversas às culturas em alguns países como o Brasil e Índia tem feito com que os preços globais de exportação do açúcar voltarem a fortalecer.



Fonte: ANSA

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O Setor de Extensão Rural está de volta com as informações sobre o cambate a peste suína Africana na Ilha do Maio.

Dra: Sara Vieira na sessão de formação.
Terminou a formação sobre a peste suína africana com os seguintes temas:

ü Como a doença se transmite, resistência de vírus, tratamento e prevenção/erradicação.

PESTE SUINA AFRICANA

 A RESISTÊNCIA DO VIRUS QUE PROVOCA A DOENÇA

 O vírus que provoca a PSA é muito resistente, e pode permanecer anos nas carcaças dos porcos infectados, congelados e mais de um ano nos produtos de charcutaria crus.

TRATAMENTO DA DOENÇA

COMO É QUE A DOENÇA SE TRANSMITE?

A transmissão da doença de um animal doente ou aparentemente são, portador de vírus para um são, faz através de:

ü Contacto directo e indirecto e por ingestão de alimentos contaminados, de carcaças de animais infectados mortos e de excreções de animais infectados (urina, fezes, sangue.);

ü Por meio de carraças;

ü Animais doentes portadores dos vírus por muito tempo;

ü Pessoas, veículos, materiais que estiverem em contacto com os animais doentes (comedores, bebedores);

PREVENÇÃO, LUTA ERRADICAÇÃO

Não existe vacina para combater a Peste suína africana.

A única forma de luta é a erradicação por abate e destruição de todos os porcos da zona infectada. Os porcos das regiões vizinhos das zonas infectadas devem ser postos em quarentena e completamente isolados para os proteger de infecção.



COMO EVITAR E CONTROLAR A PESTE SUÍNA AFRICANA NA ILHA DO MAIO?

ü Evitando a criação de porcos soltos, construindo pocilgas;

ü Evitando a compra e venda de porcos doentes e de porcos que se encontram nas zonas onde existe a doença;

ü Evitando a venda de carne e seus derivados provenientes de abate de animais doentes da peste suína;

ü Evitando a criação de outros porcos em pocilgas anteriormente ocupados por animais doentes ou mortos bem como a utilização dos mesmos comedouros e bebedouros sem que sejam desinfectados;

ü Separando os animais doentes dos sãos e colocando-os num sitio isolado;

ü Não abandonando os porcos mortos nas ribeiras, evitando a contaminação dos sãos e a propagação da doença;

ü Cavando uma cova profunda e enterrando ou queimando o porco morto;

ü Não lançando na rua ou (barranceira) sangue ou restos de água provenientes de animais doentes abatidos ou mortos;

ü Alimentando os porcos com água limpa e comida que não contenha restos ou outras partes de porcos doentes;

ü Proibindo o transporte de porcos doentes de uma zona infectada para zonas ou ilhas da peste;

ü Queimando as paredes e chão da pocilga com lança chama ou lavando-as com água quente para matar o vírus;

ü Desinfectando a pocilga com água de cal ou soda acústica a 2%;

ü Colocando na entrada da pocilga o pé de dilúvio  com creolina e desinfectando os pés e as solas dos sapatos, sempre que entrar ou sair dela;

ü Mantendo a pocilga vazia sem porcos pelo menos durante 2 meses após a desinfecção feita com a saída dos porcos doentes;


Ilha do Maio com mais 200 m3 de água dia.

Garantia do Ministro foi dada esta quinta-feira, no segundo dia de visita ao Maio. Gilberto Silva reuniu-...